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  Ordem

 

A denominação oficial da nossa Ordem

  A denominação oficial da nossa Ordem é “ORDEM BASILIANA DE SÃO JOSAFAT” (Ordo Basilianus Sancti Josaphat); a sua denominação tradicional é “ORDEM DE SÃO BASÍLIO MAGNO”; é usado também o termo popular “PADRES BASILIANOS”. A sigla oficial da Ordem é “OSBM.”.

A finalidade e o objetivo específico da Ordem

  A finalidade da Ordem consiste em agradar a Deus em tudo e buscar a santificação dos religiosos por meio da prática dos conselhos evangélicos, segundo as próprias regras.
  O objetivo específico da Ordem é dedicar-se à vida contemplativa e aos Louvores Divinos, exercer atividades pastorais de vários tipos, defender e fortalecer a unidade entre os cristãos e dispor de pessoal preparado e consagrado ao serviço da Igreja de Cristo, segundo o exemplo de São Basílio Magno, de São Josafat, como também dos mártires defensores da fé e dos basilianos que deram o seu testemunho de fé.

A estrutura da Ordem

  Para efeitos canónicos, a Ordem Basiliana de São Josafát é pessoa jurídica eclesiástica, com sede geral em Roma.
  A estrutura territorial da Ordem articula-se em uma sede geral e diversas Províncias, e as Províncias em sedes religiosas. As sedes religiosas podem ser: casas religiosas, residências, sedes missionárias, sede do noviciado, sede de estudos.
  A sede geral, as Províncias e as sedes religiosas legitimamente fundadas são ipso iure pessoas jurídicas eclesiásticas.

  No ano de 2013 há Províncias basilianas:
     ITÁLIA, Cúria Geral

  UCRÂNIA, Provincia Santíssimo Salvador (29 mosteiros)
  UCRÂNIA, Provincia Santo Nicolau (4 mosteiros)
  ARGENTINA, Provincia Imaculada Conceição da Virgem Santa Maria (3 mosteiros)
  BRASIL, Provincia São Jesé (15 mosteiros
  CANADÁ, Provincia Sagrado Coração de Jesus (10 mosteiros
  POLÓNIA, Provincia Do Patronato da Virgem Santa Maria (4 mosteiros
  ROMÊNIA, Provincia São Pedro e São Paulo (3 mosteiros)
  ESLOVÁQUIA, Provincia Santos Cirilo e Metódio (6 mosteiros)
  ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, Provincia Assunção da Virgem Santa Maria (7 mosteiros)
  HUNGRIA, Provincia Santo Estêvão (5 mosteiros)

Brasão da Ordem

  O brasão basiliano compõe-se dos seguintes elementos: uma coluna  em chamas orlada por uma íris que significa a chama do amor, símbolo do serviço permanente a Deus e ao próximo. Sobre a coluna em chamas está representado o sol, símbolo de Jesus Cristo Salvador. No sol está inserido o monograma de Jesus Cristo, sobre o qual vem a cruz, que representa o chamado para segui-lo. O brasão está circundado por uma coroa formada por dois ramos, um de carvalho e o outro de louro. O ramo de carvalho simboliza a constância e o vigor no crescimento espiritual e no trabalho; o de louro simboliza o prémio eterno que é concedido aos vencedores.

O hábito religioso

  O hábito basiliano deve ser vestido como “símbolo da consagração” e “sinal de testemunho” e ele se distingue pela sua simplicidade. Os componentes da veste completa adotada na Ordem Basiliana de São Josafát são a túnica preta com o colarinho branco, o cinto ou a faixa, o manto, o capuz, a cruz peitoral e o “paraman”.

A formação religasa

  A formação religiosa é um itinerário sistemático de ascese e de conhecimentos, que o religioso cumpre sob a guia de religiosos sacerdotes especialmente designados para este fim e com o auxílio de um plano de formação estabelecido pelos Superiores.
Ela é subdividida funcionalmente em quatro estágios: a introdução à vida religiosa basiliana, o noviciado, a profissão temporária e o aprofundamento permanente da formação religiosa.
  Em todas as suas etapas, a formação religiosa segue a Ratio formationis – aprovada pelo Capítulo Geral – o Plano geral de formação basiliana – aprovado pelo Superior Provincial com o consentimento do seu Conselho e confirmado pelo Superior Geral com o consentimento do seu Conselho – como também o programa específico elaborado e aprovado em conformidade com as normas do Estatuto.

  A introdução à vida religiosa Basiliana

  A introdução à vida religiosa basiliana oferece ao candidato a possibilidade de familiarizar-se com a vida religiosa específica da Ordem.
Permite à Ordem avaliar a vocação do candidato, em particular certificar-se de que ele é moralmente e psiquícamente idóneo à vida religiosa basiliana e de que está em grau de enfrentar posteriormente o noviciado.
  Pode ser admitido à introdução à vida religiosa basiliana o católico de qualquer rito que deseja servir a Deus segundo o nosso modo específico basiliano, que é motivado por reta intenção e é idóneo para a vida religiosa na nossa Ordem.
  O candidato deve ter dezesseis anos completos e não deve estar onerado por impedimentos referentes ao Noviciado.

  O noviciado

  A etapa do noviciado verifica a aptidão da pessoa e prepara-a para acolher a proposta basiliana de consagrar a sua vida a Deus e pô-la ao serviço da comunidade e da Igreja.

  O noviciado tem como objetivo:

  1º. da parte do noviço: fazer experiência das exigências específicas da ascese e da vida na Ordem, antes de enfrentar o processo da profissão religiosa;
  2º. da parte da Ordem: preparar o noviço à vida religiosa basiliana.
  A formação religiosa é a base do curso de noviciado. Os outros componentes do curso, como o estudo ou o adestramento profissional, são secundários no que diz respeito à importância de ajudar o noviço a enfrentar o empenho da reta formação do caráter e do genuíno cultivo das virtudes, para abraçar depois a profissão religiosa.
  As práticas de piedade cotidianas do noviciado compreendem a Divina Liturgia, o Ofício Divino comum, a meditação, pelo menos meia hora de leitura espiritual, o exame de consciência. Podem ser observadas ainda outras práticas de piedade tradicionais ou as que se tornaram costumes legítimos na nossa Ordem ou mesmo que somente em alguma Província, contanto que sejam incluídas no Diretório Provincial.

  A profissão temporária

  O período da profissão temporária é a etapa do progressivo desenvolvimento da personalidade do religioso e do seu amadurecimento espiritual e intelectual, mediante a didática estabelecida na Ratio formationis, com a ajuda dos superiores e sob a orientação do padre espiritual. A profissão temporária deve formar o religioso no espírito do Evangelho e de São Basílio, segundo as exigências das nossas regras, consolidá-lo nas virtudes da humildade, da obediência, da castidade, da pobreza e do amor fraterno, aproximá-lo de Deus mediante a oração que o conduz à santidade; e prepará-lo para as tarefas que lhe serão confiadas pela Ordem.
  A profissão temporária dura como norma cinco anos e é renovada anualmente.

  A profissão perpétua

  O estado religioso é assumido de pleno direito e definitivamente com a profissão religiosa perpétua. Ela fundamenta-se no sacramento do batismo e é a sua realização e seu aprofundamento. O religioso, por meio da profissão dos votos de obediência, castidade e pobreza, consagra-se completa e perpetuamente a Deus.
  Após a devida preparação espiritual e canónica, o religioso emite a profissão perpétua a Deus, nosso Senhor, perante aquele que tem a faculdade de acolhê-la, na presença da comunidade religiosa e dos fiéis, observando o rito litúrgico previsto.
  Consciente da grande graça divina de pertencer à Igreja católica, o religioso, junto com a profissão perpétua, emite a promessa de fidelidade e submissão ao Pontífice Romano, Vigário de Cristo.
  A profissão perpétua confere definitivamente o estado religioso. O religioso cessa de ser adscrito à própria eparquia (diocese) e é agregado a pleno título à Ordem, com todos os deveres e direitos decorrentes.
  Com a emissão da profissão perpétua na nossa Ordem, o religioso de rito latino passa, por privilégio, ao rito oriental da Igreja sui iuris da Província à qual ele pertence.
  A profissão perpétua torna inválidos os atos contrários aos votos, se os atos podem ser anulados.

  O aprofundamento permanente da Formação Religiosa

  “Temos como fim assemelhar-nos a Deus, enquanto isso é possível à natureza humana; mas não há semelhança sem o conhecimento, e o conhecimento provém do ensinamento”; por isso a formação dos religiosos basilianos deve ser permanente.
  Seguindo a meta e o caminho indicado por São Basílio Magno, todo o religioso deve ater-se à Ratio Formationis e ao programa de formação que a ele se refere. Consciente de seus dons e das próprias imperfeições, deve ele empregar até por iniciativa pessoal os meios necessários para dar continuidade ao próprio progresso, do ponto de vista humano, cristão, eclesial e religioso.
  Os religiosos de profissão perpétua que completaram os estudos segundo as normas do Estatuto haverão de desenvolver e aprofundar os seus conhecimentos das ciências sacras, mediante cursos e programas de formação permanente estabelecidos pelo Superior Provincial com o consentimento do seu Conselho e por meio também de iniciativas pessoais aprovadas pelo superior competente.
  Os religiosos devem frequentar além disso as conferências que o Superior Provincial julgar oportunas para promover as ciências sacras e a pastoral.
Procurem também aumentar a sua bagagem de conhecimentos profanos, especialmente daqueles mais estreitamente conexos com as ciências sacras.

 

 

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